terça-feira, 10 de novembro de 2009
sexta-feira, 6 de novembro de 2009
Um feliz aniversário, minha mãe!!!!!!!!!!

São oito décadas e dois anos de vida! São 984 meses, acho que dito dessa forma parece que são tão poucos dias, tão pouco tempo e na realidade são poucos, quando se considera o quanto de influência você exerce sobre nós seus filhos, netos, bisnetos e tetranetos, acho que é assim que se chama a quarta geração. Todos com certeza estão felizes com a sua presença. Felizes eu acho que diz pouco quando expressa o sentimento indescritível de estar comemorando seus 82 anos.
E como não estaríamos todos alegres diante de tamanho milagre em sua vida. Quem literalmente andou pelo vale da sombra da morte aos 68 anos, chegar aos 82 com tanta lucidez e tamanha vontade de viver é um exemplo a ser seguido.
Nada pode destruir os seus sonhos e atualmente você usufrui as bençãos dos frutos do seu trabalho. Assim, a sua trajetória pode ser expressa nas palavras do salmista, no salmo 128: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem...; os teus filhos serão como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa".
E, mesmo aos 82, você continua sonhando e desejando ver a glória de Deus se manifestar na sua vida e na sua familia. Assim, ofereço a você a música de Ludmila Feber, ouça-a com o coração.
"Se tentarem matar os teus sonhos
Sufocando o teu coração
Se lançaram você numa cova
E ferido perdeu a visão
Não desista não pare de crer
Os sonhos de Deus jamais vão morrer
Não desista não pare de lutar
Não pare de adorar
Levanta os teus olhos e vê
Deus está restaurando os teus sonhos
E a sua visão
Recebe a cura
Recebe a unção
Unção de ousadia
Unção de conquista
Unção de multiplicação".
Parabéns minha mãe, minha amada, minha amiga!
E como não estaríamos todos alegres diante de tamanho milagre em sua vida. Quem literalmente andou pelo vale da sombra da morte aos 68 anos, chegar aos 82 com tanta lucidez e tamanha vontade de viver é um exemplo a ser seguido.
Nada pode destruir os seus sonhos e atualmente você usufrui as bençãos dos frutos do seu trabalho. Assim, a sua trajetória pode ser expressa nas palavras do salmista, no salmo 128: "Bem-aventurado aquele que teme ao Senhor e anda nos seus caminhos. Pois comerás do trabalho das tuas mãos; feliz serás, e te irá bem...; os teus filhos serão como plantas de oliveira, ao redor da tua mesa".
E, mesmo aos 82, você continua sonhando e desejando ver a glória de Deus se manifestar na sua vida e na sua familia. Assim, ofereço a você a música de Ludmila Feber, ouça-a com o coração.
"Se tentarem matar os teus sonhos
Sufocando o teu coração
Se lançaram você numa cova
E ferido perdeu a visão
Não desista não pare de crer
Os sonhos de Deus jamais vão morrer
Não desista não pare de lutar
Não pare de adorar
Levanta os teus olhos e vê
Deus está restaurando os teus sonhos
E a sua visão
Recebe a cura
Recebe a unção
Unção de ousadia
Unção de conquista
Unção de multiplicação".
Parabéns minha mãe, minha amada, minha amiga!
Voltei

Coisa boa é voltar para o aconhego do lar, dormir na própria cama, aquela cuja as curvas do travesseiro já têm delineada a forma do nosso corpo, o nosso cheiro, a nossa performance.
Mas não é bem sobre isso que gostaria de escrever.
Mas não é bem sobre isso que gostaria de escrever.
Quero prestar uma homenagem àquelas pessoas amáveis que me hospedaram. Agradecer o carinho, a atenção, a comidinha fresca, preparada com sabor de amor. Impossível de fazer mal à saude. Agradecer pelas noites tão bem dormidas naquela cama grande e relaxante, as roupas lavadas e passadas, a "proteina" servida no café da manhã.
O carro para o meu deslocamento. As pequenas grandes coisas feitas com a dedicação de quem sabe receber, sabe confortar, sabe amar. Essas não são coisas merecidas, são dádivas que recebemos e que nunca seremos capazes de retribuir, posto que graça é favor imerecido.
Obrigada minha mãe, minha irmã, minha sobrinha, meu sobrinho/neto, por toda a alegria e pelo aconchego que recebi enquanto estive hospedada com vocês.
Um grande abraço a todos
sábado, 31 de outubro de 2009
Adiando a viagem
Não me esperem hoje, adiei a viagem...O tempo não foi suficiente para resolver as pendências que precisava, foram muitos contatos, muitas iniciativas, muitos protocolos visitados, mas ainda não é o fim. Hoje me encontrei com o contatdor, assinei alguns papéis e voltei para organizar outros e fazer uma exposição de motivos. São tantas as explicações solicitadas quando se pretende encerrar as atividades de uma empresa, que, pensando bem, melhor seria nem mesmo começar o processo de encerramento.
Ainda bem que nessa trajetória tenho encontrado muitas pessoas boas, dispostas a esclarecer, contribuir, ajudar e atender bem. Que momento especial foi aquele em que as pessoas do arquivo geral resolveram trabalhar até encontrarem meus documentos! Cheguei ali quase caindo de cansada, sentei e perguntei pelo processo, eles, acho que por misericórdia, pois foram de uma cordialidade exemplar responderam: Não encontramos, mas nós somente vamos parar de procurar quando o encontrarmos. Então, enquanto conversávamos eles visitavam uma a uma as pastas do arquivo, até que depois de duas horas de procura, zapppppppp! encontraram! Foi uma comemoração em massa, principalmente da minha parte. Dizer "obrigada" foi muito pouco diante de tanto esforço.
Esse foi apenas um exemplo, pois não me tem faltado boa vontade e gentileza.
Finalmente, na véspera da viagem de volta, ficou acertado que se eu permanecer mais 5 dias sairei daqui com tudo resolvido, então decidi adiar a viagem.
Sei que no final terá valido a pena.
sexta-feira, 23 de outubro de 2009
Roupas usadas...

Esse foi um recado da minha terapeuta, não sei se em forma de exortação ou de constatação.
" Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado para sempre à margem de nós mesmos". Fernando Pessoa
Um mergulho no passado

Esta semana precisei dar um mergulho no passado, rever documentos, organizar arquivos, descartar papéis, e separar outros que certamente precisarei para refazer alguns caminhos e endireitar algumas veredas. Refazer caminhos nem sempre é agradável, principalmente pelos motivos que me levam a tomar essa decisão. Nesse caso especialmente, vou depar-me com alguns gigantes adormecidos, alguns sonhos interrompidos e outros quebrados e estraçalhados. Não digo mortos, porque entendo que os sonhos nunca morrem. Há sempre um alicerce deixado por cada sonho não completado e é esse alicerce que serve de base para que novos sonhos sejam sonhados e construídos. Às vezes é preciso juntar os pedaços, fazer desses resquícios uma grande fornalha e incendiar e muitas vezes essa é a única maneira de fazer florescer a nova árvore, não mais com as raizes fundadas na terra que não mais existe. Não mais cercada pelos espinhos que as plantas daninhas deixaram, mas numa terra adubada, viçosa, renovada.
Assim também entendo o sentido de deixar para tras, mas muito bem resolvidas, as nossas histórias do passado. Encerrar as contas e reabrir em forma de investimento. Renovar é preciso, e ao falar em renovação me lembro da estória da águia. Como renovar se não arrancar as penas velhas, vencidas, desgastadas e usadas para dar espaço ao crescimento de novas e revigoradas penas? Como renovar se não cerrar as unhas, aparar as arestas e permitir que cresçam fortes e vigorosas?
Acho que estou iniciando a primeira fase, arrancando as penas, cerrando as unhas e esse é um processo dolorido, mas necessário.
É uma tarefa solitária, mas que prolonga a vida.
Assim também entendo o sentido de deixar para tras, mas muito bem resolvidas, as nossas histórias do passado. Encerrar as contas e reabrir em forma de investimento. Renovar é preciso, e ao falar em renovação me lembro da estória da águia. Como renovar se não arrancar as penas velhas, vencidas, desgastadas e usadas para dar espaço ao crescimento de novas e revigoradas penas? Como renovar se não cerrar as unhas, aparar as arestas e permitir que cresçam fortes e vigorosas?
Acho que estou iniciando a primeira fase, arrancando as penas, cerrando as unhas e esse é um processo dolorido, mas necessário.
É uma tarefa solitária, mas que prolonga a vida.
quarta-feira, 21 de outubro de 2009
Um gesto de amor ...

Diariamente, ao fazer meu percurso de casa até o meu local de trabalho, observo um homem, sempre no mesmo lugar, sentado à porta da padaria acompanhado por seu cão. Como o percurso precisa ser feito em baixa velocidade, não deixo de perceber o quanto aquele homem dedica de tempo, de atenção e de carinho àquele cão. Parecem serem muito amigos. Um sempre acompanhao pelo outro.
Hoje percebi algo diferente, a cena mudou, o homem estava sozinho ali, uma certa nostalgia tomava conta do seu semblante. Ao observar a cena fiquei pensando: O que poderia ter acontecido ao seu companheiro e amigo tão fiel? Por que hoje ele se encontrava sozinho depois de mais de doze meses juntos? Digo doze meses porque esse é o tempo que passo por aquele lugar. É como se aquela imagem do homem com seu cão ja fizesse parte da paisagem do bairro. Não resisti a curiosidade, parei no estacionamento da padaria, entrei, comprei algo para disfarçar a curiosidade e na saída consegui iniciar uma conversa com aquele homem. Assim de perto pude perceber os sinais do tempo em sua face rubra, as mãos tremulas e o corpo franzino que escondeu diante do sorriso largo que expressou quando lhe perguntei por seu cão. Então a senhora o conhece? Disse ele. Disfarcei o entusiasmo e lhe respondi: Claro! eu o vejo sempre que venho a padaria. Não fora o tempo exíguo que separa uma pessoa que precisa cumprir horários e agendas, de outra que se encontra aposentada e disponível para conhecer e dar-se a conhecer às pessoas, teríamos conversado toda a manhã sobre as aventuras e a inteligência do seu cão, o Tom. O homem era todo animação, os olhos brilhavam, a silueta ergueu-se diante de tão empolgante assunto. Afinal, voltei a perguntar, e onde se encontra o Tom? Ah! meu filho o levou ao veterinário, coisas de rotina, logo mais ele voltará cheio de novidades e me cumprimentando como se estivesse longe há anos! Despedi-me daquele homem e segui meu caminho, seu nome eu não sei, mas o nome de seu melhor amigo eu jamais esquecerei, Tom.
Hoje percebi algo diferente, a cena mudou, o homem estava sozinho ali, uma certa nostalgia tomava conta do seu semblante. Ao observar a cena fiquei pensando: O que poderia ter acontecido ao seu companheiro e amigo tão fiel? Por que hoje ele se encontrava sozinho depois de mais de doze meses juntos? Digo doze meses porque esse é o tempo que passo por aquele lugar. É como se aquela imagem do homem com seu cão ja fizesse parte da paisagem do bairro. Não resisti a curiosidade, parei no estacionamento da padaria, entrei, comprei algo para disfarçar a curiosidade e na saída consegui iniciar uma conversa com aquele homem. Assim de perto pude perceber os sinais do tempo em sua face rubra, as mãos tremulas e o corpo franzino que escondeu diante do sorriso largo que expressou quando lhe perguntei por seu cão. Então a senhora o conhece? Disse ele. Disfarcei o entusiasmo e lhe respondi: Claro! eu o vejo sempre que venho a padaria. Não fora o tempo exíguo que separa uma pessoa que precisa cumprir horários e agendas, de outra que se encontra aposentada e disponível para conhecer e dar-se a conhecer às pessoas, teríamos conversado toda a manhã sobre as aventuras e a inteligência do seu cão, o Tom. O homem era todo animação, os olhos brilhavam, a silueta ergueu-se diante de tão empolgante assunto. Afinal, voltei a perguntar, e onde se encontra o Tom? Ah! meu filho o levou ao veterinário, coisas de rotina, logo mais ele voltará cheio de novidades e me cumprimentando como se estivesse longe há anos! Despedi-me daquele homem e segui meu caminho, seu nome eu não sei, mas o nome de seu melhor amigo eu jamais esquecerei, Tom.
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